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Criminosos pautam ações policiais no RN


Quando a criminalidade pauta ações policiais, é sinal de incompetência do Estado. Episódios recentes de facções criminosas, literalmente, “tocando o terror” em bairros de Natal mostram que os tais “setores de inteligência” dos organismos oficiais estão falhos.

Existe muita propaganda no Rio Grande do Norte. A governadora petista Fátima Bezerra tem alguns auxiliares especialistas em quase tudo e com pós-doutorado em mentir, fingir, enganar, falar, florear, agradar parte da imprensa.

Preocupante! O que esperar de um aparelho de segurança pública que não consegue nem evitar que marginais, disfarçados de torcedores de futebol, protagonizem cenas deploráveis, em via pública? Há anos a conversinha é a mesma. Não faltam reuniões, cafezinhos, água gelada e suco de cajá. E para não ser injusto, isso ocorreu, também, em outras gestões. Quase não há exceção: quando tem jogo entre ABC e América, as duas maiores torcidas potiguares, o cenário se repete, colocando em risco as vidas de quem não tem nada a ver com aquela porcaria e até de quem tem o único objetivo de aproveitar com a família a partida, mas que não tem mais esse direito. Todos desmoralizados: policiais, Ministério Público, Tribunal de Justiça, a governadora, seus auxiliares diretos, todos! Os criminosos “marcam gols”, quase sempre.

O Rio Grande do Norte divulga tanto seu potencial turístico que estamos virando o Rio de Janeiro. Gigantes imagens de santos temos aos montes, atraindo fiéis de todas as partes. Temos praias, favelas, hospitais lotados  e estamos avançando no quesito “facções criminosas”; temos até a nossa, autêntica papa-jerimum, que atende pelo nome de “Sindicato do Crime”. Coincidência?! Sindicato, governo do PT…

Facções criminosas “se divertem” quando querem. Comemoram aniversário, agem com facilidade, incendeiam veículos, picham residências, ameaçam, matam, vendem drogas, impõem “toque de recolher”.

Fátima Bezerra, que resolveu cumprir seu mandato até o fim, bem que poderia convidar todos os seus “chegados” do Ministério Público, do Tribunal de Justiça, da Assembleia Legislativa, das polícias, das prefeituras, para, sem papagaiada, irem às ruas, aos bairros, num momento em que criminosos resolvam atear fogo em veículos, dar tiros para o alto, aterrorizar populares, impor a “lei do silêncio”. A governadora deveria mostrar que o crime, nesse pedaço de terra potiguar, não compensa. Se não faz, seria por falta de vontade, por medo, por conivência ou por ter a plena certeza que seu governo não passa de uma peça publicitária?

João Ricardo Correia
Foto: Reprodução/Redes sociais

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