
Numa praia do litoral Norte potiguar, há uns “vinte e tantos anos”, havia a “Doidona do pó”, uma bela loira que mantinha estreitas relações com um político famoso,que, vez por outra, após muitas “cheiradas”, montava em seu cavalo e saíam desembestados, os dois, à beira-mar, geralmente à noite, para desespero das equipes de segurança do casal. Dizem que, após uma bela chifrada da moça, ela ficou um pouco no ostracismo e hoje estaria cavando o espaço lá pra bandas “do Sul”.
O tempo passou e eis que surge a “Cavalona do pó”, como informa o texto a seguir, publicado no portal Metrópoles:
“A prisão da empresária e influenciadora amazonense Mirian Mônica da Silva Viana, a “Cavalona do pó” apontada como peça-chave de um esquema nacional de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro por meio de bets clandestinas, tornou-se um dos principais focos da Operação Resina Oculta, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), nesta quinta-feira (19/3).
Com mais de 50 mil seguidores no Instagram, Mirian exibia nas redes sociais uma rotina de ostentação: viagens frequentes a destinos paradisíacos no Brasil e no exterior, hospedagens em resorts de alto padrão e fotos em biquínis que evidenciavam um corpo moldado por procedimentos estéticos caros. Nos bastidores, porém, segundo as investigações da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), ela desempenhava papel relevante na engrenagem criminosa.”
João Ricardo Correia
Com informações do Portal Metrópoles
Imagem gerada por IA
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