
Era o que faltava: uma revolta medonha por causa do dedo estirado pelo ministro Alexandre de Moraes, que teria ficado chateadinho com alguns torcedores adversários, durante o jogo entre Corinthians e Palmeiras, nesta quarta-feira, 30, em São Paulo.
Algum brasileiro de bom senso ainda se surpreende com determinadas ações de integrantes do Supremo Tribunal Federal? Eles estão do jeito que desejam: fazem o que querem, dizem o que querem e fica por isso mesmo. A culpa é nossa, pois elegemos deputados federais e senadores – com raras exceções – covardes, corruptos, encalacrados com a justiça, mais sujos que pau de galinheiro. Nas costas desses parlamentares fuleiras, que ficam de quatro o tempo todo, sobem todo tipo de “autoridade”. Sobem e metem com força, até os dedos!
Depois do “perdeu, Mané”, dito pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso; do dedinho de Moraes e de tantos outros episódios envolvendo integrantes da suprema(?) corte, tudo está parecendo se adequar, como uma luva, na deprimente recente história da política brasileira.
E o povo que se lasque. Nessa terra antes ocupada por índios, segundo contam, mandam fanfarrões, como políticos, traficantes de drogas, chefes de milícias e outras “autoridades”.

E lembrar que os dedos mais famosos do Brasil, anos atrás, eram os da apresentadora Eliana, que cantava:
“Todos os dedos, todos os dedos
Onde estão? Aqui estão
Eles se saúdam, eles se saúdam
E se vão, e se vão”
Ainda bem que o STF não proibiu, ainda, a gente fazer o que bem desejar com os dedos.
João Ricardo Correia
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