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Esquerdistas e direitistas querem o povo no centro do buraco

Segue a devastação do Brasil. Qualquer assunto que alimente a mediocridade ganha destaque. Idiotas viraram referência para grande parte de uma sociedade que não sabe interpretar um texto, por mais simples que seja, e não consegue fazer as quatro operações básicas da matemática, sem o auxílio de uma calculadora.

A politicagem rasteira, sobrevivente da polarização que agrada adoradores de um ex-presidiário e de um político profissional que virou “mito”, no vácuo deixado por uma sequência desenfreada de roubos aos cofres públicos, é, cretina e conscientemente, favorável aos privilégios de uma minoria, em detrimento de milhões de brasileiros.

Enquanto a taxação de 50% imposta pelo presidente Donald Trump, aos produtos brasileiros. é o banquete do dia e joga luz em “especialistas” das mais diferentes áreas, políticos fabricam versões, postagens nas redes sociais, apontam, acusam, fazem caras e bocas, como se não fizessem parte do mesmo jogo de interesses, de esquemas que aumentam seus próprios salários, que incentivam mais de 4 bilhões de reais pagando campanhas políticas, que criam cargos, aumentam os números de parlamentares.

Essa turminha absolutamente nefasta é a responsável pela insegurança, falta de educação, desemprego, estradas esburacadas, gente sentido dores por falta de remédios, brasileiros que passam fome, sede e são lembrados somente em época de eleição e por aí vai.

Desgraçadamente, esse nivelamento por baixo oferece poderes a criaturas desonestas, cínicas, hipócritas, que não medem ações com o objetivo primeiro de permanecerem no poder, usufruindo de benesses que torram bilhões de reais, que poderiam ser empregados na geração do bem-estar coletivo.

Direitistas e esquerdistas, não tenham dúvidas, lutam para que o povo continue no centro do buraco cavado, diariamente, por quem não tem o mínimo de bom senso e de honestidade, e que daria a mãe como troco, em qualquer negociata criminosa traçada em gabinetes luxuosos ou mansões à beira mar.

João Ricardo Correia

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