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Cidade bombardeada por bombas nucleares vive epidemia de câncer


Por quatro décadas, a cidade de Semipalatinsk, no nordeste do Cazaquistão, foi alvo de 456 testes nucleares realizados pela União Soviética. A área, conhecida como “Polígono”, segue registrando casos de câncer, malformações e doenças genéticas, com o último teste nuclear sendo feito em outubro de 1989. Famílias da região vivem até hoje com as consequências da radiação e recebem dos governos um documento conhecido como “passaporte de radiação”, que reconhece a exposição às explosões.

De acordo com uma reportagem do The Sun, o local foi usado entre 1949 e 1989 como principal campo de testes atômicos da União Soviética. Estima-se que 1,5 milhão de pessoas tenham sido diretamente expostas à precipitação radioativa. Até hoje, crianças nascem com deformidades, membros ausentes e síndromes genéticas, enquanto casos de câncer, infertilidade e doenças cardíacas continuam a crescer.

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Uma resposta para “Cidade bombardeada por bombas nucleares vive epidemia de câncer”

  1. Avatar de José WALTERLER
    José WALTERLER

    Não seria muito mais óbvio definir essa área territorial como ÁREA RESTRITA e deslocar todo esses moradores para outra região do país, considerando a extensa área territorial da Rússia? Não justifica que, mesmo expostos a essas radiações que NUNCA irão ser extintas, continuem gerando filhos.

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