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Você é “grosso” ou “idiota”?

Você prefere ser chamado de “grosso” ou “idiota”?! De uns tempos pra cá, cada vez mais o mundo está repleto de pessoas medianas com séria tendência ao rebaixamento comportamental. A necessidade de agradar a terceiros virou quase uma obrigação dos – e das – “songas mongas” que desfilam por aí sorrindo para o mundo, distribuindo “empatia”, “resiliência” e “pertencimento”, termos aplicados em quase todas as frases de quem, geralmente, por ausência quase total de vocabulário, responde qualquer questionamento com um sonoro “com certeza”. Ter posicionamento e não tolerar perguntas imbecis virou grosseria, para os abestalhados de plantão.

Sendo assim, sou um grosso convicto, graças a Deus. Não que saia por aí dando patadas, nem menosprezando e/ou humilhando ninguém, mas, geralmente, não fico calado ou indiferente quando estou diante de algum portador de neurônios acometidos do vírus da “babaquicite aguda”. Como não estou nem aí para o que pensam de mim, persisto na minha caminhada, rezando e torcendo para não me deparar com algumas dessas criaturas que vivem iguais a canoas, comandadas pelo rabo, sempre com aspectos de boazinhas e aceitando tudo que seus superiores, hierárquicos ou familiares, determinam. É o tipo de gente que penteia os cabelos do jeitinho que a esposa querida quer; ou que dá um sorrisinho bisonho por não ter coragem para dizer o que pensa diante de uma situação totalmente avessa ao que acredita, se é que acredita em alguma coisa.

O mundo dos babacas está lotado. Tem abomináveis seres dessas tais gerações X, Y, Z – ou o diabo que carregue – espalhados por aí. As características são inconfundíveis: faces inexpressivas, não sabem opinar, dependentes até para colocar a comida no prato, concordam com tudo, cabisbaixos, não sabem trocar um pneu de bicicleta e não têm a menor competência para entender a diferença entre feio de caminhão e frei Damião.

E grosseria não tem nada a ver com falta de educação. Tem muito babaquinha santinho por aí completamente mal-educado, sem modos, sem princípios, o puro suco de nitrato de ameba.

Por isso, prefiro o silêncio ao converseiro besta; a cachaça ao suco de hibisco com gergelim; visitar o cemitério a aceitar convites de “vivos demais” com cara de besta para o meu gosto. Aprecio café quente e sem açúcar. Gosto de pimenta que arde, se for só para dar cheiro eu compro naftalina ou creolina.

Vixe, Maria, que esse calor da gota serena me deixa mais calado e com a “grosseria” acentuada.

Obrigado pela paciência! Até!!!!

João Ricardo Correia

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