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“Teje presa”: falta lei para punir quem deixa faltar remédios para o povo

É de uma irresponsabilidade total um gestor permitir que faltem remédios, como ocorre com frequência na sede da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), em Natal. Pacientes relatam seus dramas por meio de veículos de comunicação, falam dos riscos que correm. Recentemente, a Intertv Cabugi mostrou dois casos, de pessoas que passaram por transplante de coração e enfrentavam a falta do medicamento que evita a rejeição do órgão.

De forma insensível, gestores públicos tentam disfarçar suas incompetências e jogam culpa na burocracia. Em muitos casos, afirmam que o processo de licitação produz o desabastecimento. E qual o motivo de não fazerem a tal licitação a tempo de evitar o problema? É falta de vontade? Desinteresse? Ou desejo de maltratar quem precisa dos remédios?

Entre tantas leis brasileiras, deveria haver uma, que fosse cumprida, determinando que esses gestores canalhas fossem punidos severamente, até com prisão, diante das ameaças de morte que suas irresponsabilidades promovem.

No Rio Grande do Norte, por exemplo, a governadora Fátima Bezerra(PT), adora dizer “teje inaugurado(a)”, quando está cercada de babões das mais variadas espécies e vai entregar alguma obra. Seria bom que um juiz dissesse “TEJE PRESA” a qualquer criatura que fosse irresponsável ao ponto de deixar faltar remédios que, muitas vezes, fazem a diferença entre a vida e a morte.

Essa “roleta russa” promovida por incompetentes disfarçados de gestores é antiga. Fátima Bezerra aprendeu com antecessores. E, cruelmente, esse tipo de absurdo ocorre em vários estados brasileiros.

Clique AQUI e saiba a situação da Unicat Natal.

 

João Ricardo Correia

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