
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, criticou nesta terça-feira (15) os salários do funcionalismo público acima do teto constitucional, os chamados “supersalários”. Questionada sobre a inclusão do tema na lista de medidas do Executivo para rever gastos, a ministra não descartou a discussão. A expectativa é que o assunto não seja tratado no Legislativo em um segundo momento — segundo Tebet, serão enviadas ao Congresso as medidas com maiores chances de serem aprovadas de forma rápida.
“Salários acima do limite constitucional não é desperdício, é ilegal, inconstitucional e imoral. Se isso vai entrar agora [na revisão de gastos públicos], se vai entrar num segundo momento, depende de uma conversa que nós teremos com o presidente Lula depois com o Congresso”, afirmou a jornalistas, depois de reunião no Ministério da Fazenda.
O teto remuneratório do funcionalismo público é o salário dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), atualmente em R$ 44 mil.
Neste mês, uma resolução estabeleceu o pagamento do “auxílio saúde suplementar” aos servidores aposentados e ativos da AGU (Advocacia-Geral da União). O empenho é feito por meio do CCHA (Conselho Curador dos Honorários Advocatícios).
Fonte: R7
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