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Polêmica entre Zezé e o SBT só beneficia os corruptos

A recente polêmica provocada pelas palavras do cantor e compositor Zezé Di Camargo virou pauta nacional. A arenga tomou conta das redes sociais, com direitistas e esquerdistas parindo suas narrativas. O SBT, como empresa, visa lucros; normal, como qualquer outra, menor ou maior. Essa mais nova onda de ódio ganha destaque e cai como uma luva, um presentaço de fim de ano, para as quadrilhas que continuam roubando bilhões de reais dos cofres públicos.

Empresas de comunicação mundo afora, e no Brasil não seria diferente, já nascem de olho no dinheiro público, nas propagandas oficiais, nas não oficiais, nos políticos e eternos candidatos que viram “parceiros” das emissoras de rádio e tv, dos blogs, portais, revistas e por aí vai. Muitos desses empreendimentos se disfarçam de isentos e escalam as figuras mais escrotas como porta-vozes dos seus interesses e as redes sociais viram palcos para esses patéticos imitadores de atores e “atoras”, como diria a não menos sei lá o quê Janja da Silva.

O que importa não é o que pensam cantores, influenciadores, sociólogos, “doutores” e “doutoras” especialistas em brigas entre lagartixas. O foco deve ser mantido nos problemas do Brasil real, concreto, que vem, há décadas, sendo dizimado por gestores públicos insensíveis, corruptos, ladrões!

Enquanto a discussão é para saber quantos seguidores no Instagram perderam e ganharam o talentoso sertanejo Zezé e Patrícia Abravanel, uma das herdeiras do baú de Silvio Santos, milhões de brasileiros continuam massacrados, humilhados, reféns das facções criminosas, sem trabalho, passam fome, não têm direito a um sistema de saúde ágil, se espremem em trens, ônibus e metrôs.

O foco deve ser no Congresso Nacional, que muito raramente está disposto a  ousar desagradar o ministro Alexandre de Moraes e seus companheiros do STF. O povo brasileiro, que não tem a vida mudada em nada para melhor por causa desses apaixonados por Lula, Bolsonaro e SBT, precisa ter a coragem de cobrar mudanças no cenário político, passando, necessariamente, por ações que deixem o tal Supremo Tribunal Federal em seu importante e devido lugar, sem intromissões nos outros poderes, sem achar ter o direito de decidir, tantas vezes de forma monocrática, o destino de mais de 200 milhões de pessoas.

Zezé Di Camargo, merecidamente por causa da longa carreira, segue sua vida cercado de conforto e embalando histórias de amor com suas composições. Patrícia Abravanel e as irmãs, não menos merecidamente, também continuam tocando o império deixado pelo pai. E o que mudou na minha, na sua vida, por causa dessa barulheira sem futuro? Os ladrões do dinheiro público deram um tempo e pararam de roubar?

Sabe Deus, somente Ele, o que se passa nos bastidores desse ecossistema podre, onde convivem réus, juízes, “influenciadores”, comunicadores, políticos e tantos outros seres que não estão interessados na coletividade, na justiça social.

Qual o sucesso aí na sua vitrola? “É o amor”, ou “Me dá um dinheiro aí”?

João Ricardo Correia

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