
Nessas ferramentas que a internet nos oferece, uma delas é essencial para que idiotas não nos perturbem: o bloqueio.
Impressionante como não podemos, sem sermos questionados e/ou julgados, expressar nossas opiniões, ideias e por aí vai. Ao contrário da justiça real, que se arrasta, os “entendidos da web” são rápidos. Rápidos, rasteiros e superficiais.
Tudo está politizado. Defensores de bandidos, de todas as cores partidárias, não têm a mínima condição de aceitar o contrário. Às vezes, tenho certeza, nem se dão ao trabalho de ler os textos: escarram a partir dos títulos, transbordando de “razão” e “vitimização”.
Não tenho o menor problema com esses “juízes virtuais”. Quando, por azar do destino, conheço algum, ainda envio, de forma derradeira, uma frase, torcendo para que consigam compreender o que escrevi. Depois, bloqueio todos, inclusive seus perfis falsos, identificados rapidamente por quem tem o hábito de ler e capacidade de entender quando as letrinhas são juntas, formando as palavras.
E não se trata de direita ou esquerda. Canalhas imbecis circulam em todos os cantos.
Vou tomar meu cafezinho, acender meu cachimbo e cuidar, dentro dos meus limites, das menos de dez pessoas que importam para minha vida. O resto que vá se lascar!
João Ricardo Correia
Comunicando desde 1992
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