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Inteligência falha possibilita ações que alimentam o extremismo

Em meio a tudo que se tem dito a partir das bombas que explodidas em Brasília, nesta quarta-feira à noite, resultando na morte de um ex-candidato a vereador pelo PL, Francisco Wanderley Luiz, um fato é incontestável: a incompetência do serviço de inteligência, daqueles especialistas que adoram dar palestras, mas que permitiram um sujeito, que havia anunciado o plano pela internet, chegar bem perto do Congresso Nacional, do STF e do Palácio do Planalto e executar sue derradeiro plano. Do mesmo jeito do famoso 8 de janeiro, quando nada oficial funcionou para evitar a sanha dos vândalos, considerada por muitos como um atentado à democracia.

E agora, a turma da esquerda vai deitar e rolar. Explorar cada ação do, agora defunto, “Tio França”, que em 2020 tentou ser vereador filiado ao partido do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O extremismo só dá nisso. Por várias vezes, já falei sobre a necessidade de se acabar com essa idiotice da polarização, de lutar por um Brasil livre de mitos e descondenados. Pelo andar da carruagem, muitos outros fatos lamentáveis ocorrerão, porque essa paranoia quase coletiva persiste alimentando ódio e desrespeito.

Nunca é demais relembrar da facada, quase mortal, que Bolsonaro recebeu quando era candidato, quando um camarada chamado Adélio  passou no meio de todo aparato de segurança, feito por policiais federais, sem nenhuma dificuldade.

A sociedade precisa melhorar. E os que prometem segurança às autoridades, também.

João Ricardo Correia

 

 

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