
As cenas protagonizadas pela historiadora e cantora Tertuliana Lustosa, que aparece arreganhando a bunda durante palestra que fazia na Universidade Federal do Maranhão, onde prometia “educar com o cú”, são resultado de um país que aceita tudo, de uma sociedade perigosamente a favor da libertinagem, onde a inversão de valores começa dentro de casa, com filhos desrespeitando pais e vice-versa.
Tertuliana, além de ganhar fama expondo a bunda numa universidade, é autora da música “Murro na costela do viado”, do grupo “A Travestis”. Depois da polêmica, a mulher trans postou um novo vídeo, dançando apenas de maiô e dizendo que ainda será ministra da Educação.
Sim, isso mesmo. Imagine você, como seria a gestão de Tertuliana à frente do referido ministério? Impossível isso acontecer? No Brasil, claro que não. Nosso país tem enveredado em caminhos tortuosos, dominado por facções criminosas, pelo tráfico de drogas, por bandidos travestidos de políticos e por autoridades do poder judiciário que mais parecem cabos eleitorais, que fazem de tudo para aparecer.
Tertuliana é apenas mais um personagem, desses nossos dias atuais, que vai ganhando espaço. Outros, mais ou menos explicitamente arreganhados por cima ou por baixo, também estão por aí plantando essas “sementinhas” de ervas daninhas, contaminando nosso ambiente, devastando famílias, desafiando todo e qualquer tipo de bom senso.
O Brasil de ontem mostrava bundas para atrair turistas mundo afora. Daí, houve uma comoção por parte da turma que defende os “direitos das mulheres”, para evitar o que chamavam de exploração dos corpos femininos. Pois, muito bem, o silêncio impera, por parte das “ativistas”, no episódio da bunda arreganhada em uma universidade pública. Percebe a evolução anal brasileira, que deixou de chamar a atenção de olhos famintos por corpos esculturais e virou destaque em um ambiente, teoricamente, destinado à formação de privilegiados que chegam à universidade?
Triste realidade. Há tempos que percebemos a degradação do nosso povo, submisso a um sistema político-social contaminado por tudo que há de pior, pela indecência, pela desonestidade, pela falta de caráter, pela valorização materialista que resulta na objetificação de alguns seres humanos.
Gravíssima, ainda, toda a influência que péssimos influenciadores, de todas as matizes, exercem em nossa juventude e até nos adultos desprovidos da capacidade de enxergar um palmo além do nariz.
Se, lá atrás, nossos avós e pais tiveram acesso a valores familiares dignos e muitos de nós se deixam levar por essa “evolução” ridiculamente desprezível, o que podemos esperar dos nossos descendentes, que são denominados geração X, Y, Z, sei lá,e poderão ter como ministra da educação alguém que promete “educar com o cú” e fica por isso mesmo?
No Brasil do futuro, talvez as salas de aula sejam substituídas por bundas!
Tertuliana, pelo menos aparentemente, foi honesta ao avisar por onde ela sente o processo educativo. Se vai dar merda ou não, depende de quem tiver coragem de nomeá-la.
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