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Denúncias entre políticos são uma farsa e premiam “santinhos” no país que descondena condenados

A campanha política para prefeito de Natal, no segundo turno, está polarizada entre os apaixonados por Lula e os que babam olhando para Bolsonaro.

As propostas, que até foram apresentadas no primeiro turno, desceram pelo esgoto. Agora, são acusações de lá pra cá e vice-versa, o tempo todo. E não faltam motivos para acusações dessas turmas. Pense em duas lixeiras recheadas. O medonho é que ficam relembrando de gestões passadas, de alianças passadas, de investigações passadas, como se isso importasse no Brasil. Ora, bolas! Hoje, muitos dos denunciados, investigados e lá vai fumo ocupam cargos eletivos, dão palestras motivacionais, lideram grupos empresariais e políticos. Estamos no país que descondena condenados e que ministros da Suprema Corte extrapolam os autos processuais e se deliciam nos holofotes, onde quer que sejam e por quem sejam ligados.

Natália Bonavides e sua turma aguardam, ansiosamente, a vida do chefe-mor, Lula da Silva, agendada para a quarta-feira 16. Pois é, eleitores e eleitoras: Lula da Silva, o amiguinho de Nicolás Maduro, que imprime na Venezuela sua pior fase, de miséria absoluta, de forme, de desrespeito aos direitos dos homens e mulheres de bem.

Paulinho Freire, que não representa nenhuma novidade na política potiguar, vem de mãos dadas com os adoradores do “mito” Bolsonaro, especialistas nos últimos tempos em ficar em cima do muro e fingir arengar com Marçal, Malafaia e companhia limitada.

Essa arenga toda faz a festa dos institutos de pesquisas, dos veículos de comunicação, de influenciadores (não sei de quê) e dos babões. Somente isso!

No fundo, bem no fundo (deles), os que almejam o poder se igualam, até nos sorrisos forçados.

Difícil demais para a capital do Rio Grande do Norte.

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