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Criminosos adoram calar jornalistas, desde sempre

Criminosos engravatados, principalmente os que operam com dinheiro público, adoram calar jornalistas, blogueiros, radialistas, comunicadores e até influenciadores. A forma mais fácil é na velha “munganga”, pagando, para ser bem claro. Outro método é intimidando, chantageando,  “pedindo a  cabeça” aos donos dos veículos e, em alguns casos, matando o profissional da comunicação.

A matéria-prima do jornalismo é a informação. Quando trabalhada de maneira honesta e ética, torna-se importante ferramenta social, podendo promover transformações, revelar verdades, cobrar providências, compartilhar conhecimento, mas quando vira uma moeda de troca qualquer, nas mãos de oportunistas escrotos, é uma arma contra a democracia, a justiça social, servindo para disseminar mentiras e factoides que interessam às minorias, de todas as matizes ideológicas, que se utilizam das massas para permanecer ou chegar ao “poder”.

Nesse mais recente episódio, que toma conta das manchetes Brasil afora, existem elementos dos mais variados, inclusive, de acordo com o Portal Metrópoles, que “mensagens interceptadas pela Polícia Federal (PF) e citadas na decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), indicam que o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, discutiu com um aliado um plano para agredir o jornalista Lauro Jardim, colunista de O Globo, após a publicação de reportagens críticas ao banco”.

Atuo no jornalismo desde 1992, quando comecei, como apresentador, na então Rádio Nordeste AM, em Natal(RN). Depois, cheguei a ser repórter da área policial, onde permaneci, de forma intensa e diária, por mais de 20 anos. Nessa temporada, mantive contato com diversos tipos de malfeitores, desde os que arrombavam casas, estupravam, assassinavam, furtavam carros, passando pela “elite” dessa turma, como José Valdetário Benevides, seu primo “Cimar”, “Doutor Carneiro”, Benito Muradás e por aí vai.

Mas, foram os engravatados com caras de “bons rapazes” que desejaram me calar, é o que sei. Ambos, em oportunidades diferentes, foram ao dono do  jornal onde eu trabalhava pedir que me demitisse. As babaquices recheadas de mentiras que eles disseram não funcionaram. Fiquei lá por 15 anos, até pedir demissão por e-mail, enquanto gozava férias, no mês de dezembro de 2012, sendo efetivada minha saída em março do ano seguinte. As duas figuras continuam por aí, circulando nos corredores dos poderes judiciário e legislativo, com os mesmos sorrisinhos característicos dos covardes. Claro que eles sabem o que fizeram. Babões dos mais rasteiros, um deles se derretia quando via a governadora à época, até chegar a um prestigiado cargo em um Tribunal. O outro, nos últimos anos, se autopromoveu puxa-saco dos Bolsonaro e até mudou a aparência do focinho,entretanto, continua o mesmo idiota e adora pagar a jornalista para dizer o que pensa, porque, quando fala, nem um saco de lixo, daqueles pretos, acredita. Não vou citar os nomes deles, porque, repito, são covardes, sei que não têm estrutura física para me confrontar olhando nos olhos, mas podem, muito bem, planejar algum “incidente” para me prejudicar. Permaneço esperto. Sei lidar com marginais.

Por hoje, é isso!

Vou ali tomar um cafezinho!

Obrigado pela companhia!

João Ricardo Correia
Imagem gerada por IA

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