
O ministro do STF Alexandre de Moraes negou pedido do padre José Eduardo de Oliveira e Silva, um dos 37 indiciados pela Polícia Federal no inquérito do golpe, para reaver seu celular apreendido.
A defesa do sarcedote tinha pedido a devolução do equipamento eletrônico no último dia 12 de novembro, alegando que o religioso precisava do aparelho para continuar seu trabalho como padre.
Os advogados de José Eduardo também argumentaram que não havia mais razão legal para que o telefone continuasse confiscado, pois o celular já foi “espelhado” pela PF.
No pedido, a defesa de José Eduardo solicitou ainda que a Polícia Federal se isentasse de investigar qualquer tipo de material relacionado aos fiéis que se consultam com o padre.
“Que, em cumprimento às regras constitucionais e supralegais, bem como ao Tratado Internacional Brasil, Santa Sé, Vossa Excelência determine que a Polícia Federal se isente de investigar e documentar todo e qualquer material encontrado em seus aparelhos eletrônicos que façam parte da relação religioso-fiel ou religioso-religioso, mesmo aqueles que tenham sido objeto de ‘pescaria’ por parte dos agentes”, pediram os advogados.
Fonte: Metrópoles
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