Gastos midiáticos, combustíveis e outras despesas de campanha eleitoral sem relação alguma com políticas públicas para a população mais pobre do Brasil seguem sangrando R$ 4,9 bilhões dos cofres públicos, nas eleições municipais deste ano de 2024. Enquanto líderes partidários brasileiros, à esquerda e à direita, preservam o imoral Fundão Eleitoral, com o aval do presidente Lula (PT), seu rival Javier Milei, que preside a Argentina, baniu, há sete meses, o “assalto” ao dinheiro público instituído para favorecer partidos políticos argentinos.
“Eliminaremos o financiamento público dos partidos políticos. Cada agremiação terá de se financiar com contribuições voluntárias de doadores ou dos seus próprios membros”, determinou Milei, ao abrir sessões do Legislativo da Argentina.
No cenário político do Brasil, ainda polarizado entre apoiadores do presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro, o oficialmente denominado Fundo Especial de Financiamento de Campanha distribuiu R$ 1,5 bilhão somente aos seus respectivos partidos, o PT e o PL.
O partido bolsonarista do aliado de Milei foi o que mais encheu os cofres com dinheiro do Fundão: R$ 886,8 milhões. E o PT de Lula abocanhou R$ 619,8 milhões, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Fonte: Diário do Poder
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