O que teriam a dizer os gestores das outras capitais? Onde enfiam o dinheiro público? Priorizam a saúde pública? O Brasil e suas desigualdades, na cara de todo mundo, maltratando o povo. Na época da campanha eleitoral, os canalhas ficam com caras de santinhos e santinhas, pedindo votos, prometendo… Sempre assim.
Veja o que informa a Folha de S. Paulo:
Apenas São Paulo, Salvador e Belo Horizonte, entre as 26 capitais e o Distrito Federal, fazem ultrassom de emergência nas UPAs (unidades de pronto atendimento). O exame é essencial para diagnóstico em situações com risco de morte, como em casos de insuficiência respiratória, politraumatismo e parada cardiorrespiratória.
As UPAs operam 24 horas por dia, todos os dias da semana, com serviços de saúde gratuitos para a população. Nesses locais são atendidos pacientes com condições leves, graves e casos cirúrgicos e traumáticos para estabilização e encaminhamento a um hospital.
Na maioria das capitais, as UPAs não têm ultrassom de emergência nem aparelhos convencionais de ultrassonografia. Assim, quando o paciente precisa do serviço e não há na unidade, é necessário incluí-lo na fila para ser atendido em um hospital.
Em situações graves, em que cada segundo importa, o uso do aparelho faz a diferença. Se uma pessoa chega com insuficiência respiratória aguda, sem respirar, existem várias possíveis causas do quadro, com tratamentos diferentes. O “ultrassom à beira do leito” identifica o problema de forma rápida e eficaz.
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