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Brasil: 8,7 milhões passam fome, mas não falta dinheiro para bancar luxos e patrocinar campanhas políticas

Os dados oficiais, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, informam que em 2022, 33,1 milhões de pessoas no Brasil enfrentavam a insegurança alimentar e nutricional grave, em 2023 esse número caiu para 8,7 milhões de pessoas.

Insegurança alimentar é a forma hipócrita com que, essa turma “lá de cima”, chama a fome.

Se é que diminuiu o número de famintos Brasil afora, mesmo que o número seja de 8,7 milhões de pessoas, ainda é absurdo.

Um país rico como o Brasil, com o agronegócio tão poderoso, jamais poderia admitir que qualquer cidadão sentisse a dor da fome.

A fome que brasileiros e brasileiras passam é resultado do desgoverno, há décadas. É fruto da roubalheira dos cofres públicos. Falta dinheiro para o essencial, para atender o povo mais pobre, mas não falta para manter luxo de políticos, ministros, desembargadores, juízes e outras categorias. E também não falta dinheiro para patrocinar campanhas políticas.

É o Brasil, o país da sacanagem com os que mais precisam.

 

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