
Diferente da maioria dos políticos por aí, principalmente brasileiros, o presidente eleito – pela segunda vez – dos Estados Unidos, Donald Trump, não depende da vida pública para se manter. Há tempos que ele é um empresário de sucesso. E não vai engolir o que disse sobre ele Lula da Silva, sugerindo que seu retorno à Casa Branca seria “o fascismo e o nazismo voltando a funcionar com outra cara”.
Lula é especialista é falar besteira, o que nunca o atrapalhou a conquistar seus objetivos, por menos republicanos que sejam.
Agora, depois da vitória de Trump, de acordo com o portal Metrópoles, “o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Celso Amorim, declarou que o apoio de Lula à candidata Kamala Harris foi “discreto”. E disse, ainda, que o petista não chegou a falar mal do presidente eleito dos Estados Unidos.”
Mas, ainda segundo o informativo, “assessores de Trump, contudo, tomaram conhecimento de uma fala de Lula que vai no sentido oposto.”
Resumindo: mais uma vez, Lula jogou merda no ventilador. E vai ter muito trabalho para tentar convencer o “Galego” do contrário.
Lula fez “o dois” e limpou a bunda com canjica. De novo.
João Ricardo Correia
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